A taxa de desocupação encerrou o ano de 2025 no menor patamar da série histórica, em 5,1%. Já o rendimento médio das pessoas ocupadas cresceu quase 6% entre 2024 e 2025. Esses bons números devem garantir que a economia permaneça aquecida, mas também geram desafios, como o controle da inflação e das taxas de juros.
São mais de um milhão e duzentas mil pessoas conseguiram emprego ao longo de 2025. O cálculo é do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A queda no desemprego traz mais segurança para as famílias, que ficam em situação mais confortável para fazer planos de médio e longo prazo, como a compra de imóveis. Essa é a aposta da indústria da construção civil, que espera expandir ainda mais o número de postos de trabalho neste ano.
Segundo representantes do setor, a construção civil atingiu um recorde histórico de vagas com carteira assinada, somando cerca de três milhões de trabalhadores formais. No total, quase oito milhões de pessoas estão ocupadas no setor. A expectativa é de crescimento de vagas próximo a dez por cento em 2026.
Ao mesmo tempo, o cenário de ampla oferta de empregos torna mais difícil para os canteiros de obra encontrarem trabalhadores qualificados. O setor aponta falta de mão de obra e destaca a necessidade de atrair jovens para a construção civil, mostrando que, com qualificação e aumento de produtividade, é possível alcançar salários mais elevados ao longo da carreira.
Além da queda no desemprego, o IBGE identificou um aumento da renda em torno de 5% ao longo de 2025. Com isso, o rendimento médio dos trabalhadores chegou a cerca de R$3,6 mil por mês.
Apesar desse avanço, a persistência da inflação faz com que as taxas de juros permaneçam altas e dificulta a recuperação do poder de compra das famílias. Por isso, salários mais altos nem sempre significam maior acesso a produtos e serviços.
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