Porto Alegre registrou em 2025 a menor taxa de mortalidade infantil da história, resultado atribuído ao fortalecimento das políticas públicas voltadas ao pré-natal, ao parto e aos primeiros meses de vida. A reportagem é da TVE do Rio Grande do Sul.
A Paula está com 18 semanas de gravidez e essa já é a quinta consulta dela de pré-natal. É que ela tem um menino de 13 anos, por isso, além do tempo em relação à primeira gravidez, ela descobriu nas consultas alterações nos exames e está de olho nos cuidados.
E tem que ser assim mesmo, desde o comecinho. Identificar as gestantes é um trabalho de busca ativa dos agentes de saúde nas casas, mas na unidade também é possível descobrir a gravidez.
Pois Porto Alegre teve a menor taxa de mortalidade infantil da história: sete óbitos a cada mil nascidos vivos. Para se ter uma ideia, a taxa média nacional foi de 12. Em todo o ano de 2025, nasceram em Porto Alegre 13.518 bebezinhos. Destes, 98 morreram antes de completar 1 ano de idade. E porque cada vida importa, todos esses casos são investigados, para reduzir o risco da mortalidade infantil.
Também doenças preexistentes da mãe, como sobrepeso, obesidade, diabetes, hipertensão, sífilis e Aids estão no radar do pré-natal.
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