Em São Paulo, o Sambódromo do Anhembi ficou lotado no primeiro dia de desfile das escolas de samba do Grupo Especial.
A Mocidade Unida da Mooca abriu oficialmente o Carnaval. Foi a primeira vez que a escola desfilou no Grupo Especial, depois de ter sido vice-campeã do Grupo de Acesso 1 no ano passado.
A segunda a desfilar foi a Colorado do Brás, que teve como destaque o carro que levava bruxas famosas, como a Úrsula, de A Pequena Sereia; a Glinda, de Wicked; a Bruxa do 71, do seriado Chaves; e a Cuca, do Sítio do Picapau Amarelo.
A Dragões da Real foi a terceira escola a entrar na passarela do samba. A agremiação levou para a avenida um dragão de 9 m, o maior que a escola já construiu, logo no início do desfile. O último carro alegórico veio com uma onça gigante que se abria, revelando o rosto de uma mulher. A agremiação, que já foi vice-campeã três vezes, tenta agora seu primeiro título.
Vice-campeã em 2025, a Acadêmicos do Tatuapé foi a quarta escola a desfilar e se destacou pelas fantasias vibrantes e a bateria, que empolgou o público.
Vencedora em 2025, a Rosas de Ouro já entrou na avenida com meio ponto a menos. A escola foi punida por não entregar pastas técnicas dentro do prazo. Além disso, teve que atrasar o desfile em mais de meia hora para a limpeza da pista, após um vazamento de óleo que aconteceu durante o desfile anterior, da Acadêmicos do Tatuapé.
Já estava claro quando a Vai-Vai entrou no Sambódromo do Anhembi. A penúltima a desfilar aproveitou a luz do amanhecer para destacar o acabamento das fantasias e alegorias.
A Barroca Zona Sul fechou o primeiro dia de desfiles. Do abre-alas à última alegoria, a escola apostou em figurinos em tons amarelo e dourado, que dominaram a avenida.
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