No Espírito Santo, um grupo de mulheres tem transformado a produção de bananas em uma fonte de renda e empreendedorismo. Elas comandam uma fábrica que já produz doces e salgados feitos com a fruta, valorizando a produção local e gerando oportunidades na região.
A iniciativa mostra como a agroindústria artesanal pode fortalecer a economia e ampliar o protagonismo feminino no campo. A reportagem é da TVE do Espírito Santo, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Estamos no bairro de Cachoeirinha, zona rural de Cariacica, a 22,5 km da capital. Três hectares deste bananal pertencem à família de Dona Vera. Por aqui, a principal variedade é a banana-prata. Com tanta matéria-prima, o próximo passo foi aprender como beneficiá-la.
Em 1994, foi fundada a Associação de Mulheres Rurais das Comunidades de Cachoeirinha e Sabão. Em 2012 veio a fábrica. A produção aumentou. Parte do insumo vem da plantação de Dona Vera; outra parte é comprada de outros produtores da região.
Quando chega a hora da colheita, é o marido de Vera que faz a catação de todas as bananas dessa plantação. Com o caminhão cheio, ele segue em direção à fábrica. O caminhão já chegou e já fez a "despenca", que é quando eles retiram as bananas de dentro do caminhão e trazem aqui para a fábrica, onde a gente vai entrar agora para entender como são confeccionados esses doces e quitutes.
No final, o resultado dá água na boca. Em Cachoeirinha, banana é sinônimo de renda e oportunidade. Quem mora por aqui entende. Quem vem de fora e valoriza o produto local, passa a entender também.
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