Na última reportagem da série sobre as sociedades anônimas no futebol, o Repórter Brasil fala sobre a modalidade feminina e conta a história da Ferroviária, uma das maiores campeãs, e do Mixto, equipe que estreia na elite em 2026. A reportagem é de Juliano Justo.
Não é segredo para ninguém que a Ferroviária de Araraquara é dona de uma das trajetórias mais vitoriosas do futebol feminino nacional, com títulos regionais, nacionais e internacionais. Glórias construídas com grande participação no talento das atletas da própria base, aposta que segue forte para a temporada de 2026.
Supervisora do futebol das "Guerreiras" de 2017 a 2020, Nuty Silveira retornou ao clube em 2021 e acompanhou grande parte do processo de transição de clube-empresa para a SAF, formalizado em 2023.
Para manter a força e a relevância do projeto criado lá em 2001, as Guerreiras Grenás formalizaram uma parceria, no ano passado, com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) para observação de potenciais atletas em assentamentos do grupo.
Outra das SAFs que se destacam no Brasileirão Feminino desta temporada vem lá de Cuiabá. É o Mixto. A equipe do Mato Grosso está estreando na elite da modalidade nesta temporada. O técnico é Adilson Galdino, campeão mundial de clubes pelo São José e ex-treinador da Seleção Sub-20.
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