A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou, nesta sexta-feira (20), a liberação de 450 milhões de euros (cercad de 2,7 R$ bilhões) em ajuda humanitária para a região do Oriente Médio. Von der Leyen fez o anúncio depois de uma reunião em Bruxelas dos países do Bloco Europeu. Ela diz que a crise humanitária em consequência da guerra representa riscos crescentes muito além do Oriente Médio.
A representante da União Europeia também abordou as potenciais pressões migratórias decorrentes da crise, afirmando que ainda não foram registrados fluxos de refugiados em direção à Europa, mas que se isso acontecer, a região está preparada.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, pediu aos envolvidos na guerra máxima contenção e proteção da infraestrutura essencial, particularmente aquela destinada à produção de energia.
O presidente francês Emmanuel Macron diz que o país mantém uma posição estritamente defensiva no conflito e continuará promovendo a busca pela paz, que é o melhor que o mundo pode fazer. Ele também pediu a Israel, Estados Unidos e Irã que implementem imediatamente uma moratória dos ataques contra infraestruturas civis, especialmente instalações de água e energia.
Na Ásia, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China pediu hoje aos países em guerra que garantam um fornecimento de petróleo estável e sem entraves, depois que os Estados Unidos admitiram que poderiam remover as sanções ao petróleo iraniano retido em navios-tanque no mar numa tentativa de conter os preços do produto. O governo chinês disse também que todas as partes devem cessar imediatamente as operações militares, impedir qualquer escalada adicional e evitar maiores perturbações do desenvolvimento econômico global, causadas pela instabilidade na região.
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