A guerra entre Israel e o Líbano já provocou uma grave crise humanitária, com centenas de milhares de deslocados. Em meio à guerra, a solidariedade tem sido essencial para enfrentar a crise humanitária no Líbano. Em uma escola pública, que não virou abrigo, voluntários transformaram a cozinha em um ponto de apoio para famílias deslocadas. Ali, refeições são preparadas e distribuídas a pessoas em situação de vulnerabilidade, sem distinção religiosa.
“Essa cozinha prepara refeições quatro vezes por semana, atendendo quase 200 pessoas a cada dia. Agradecemos aos doadores e esperamos ampliar a ajuda para alcançar ainda mais necessitados”, explica Fady Al-Alam, diretor da escola.
A mobilização reúne professores, voluntários e até estudantes com deficiência. A iniciativa também se tornou um exemplo de cooperação entre diferentes comunidades religiosas no país.
“Nosso objetivo é ajudar os atingidos e ensinar nossos alunos a ajudar o próximo. Também buscamos desenvolver as habilidades das pessoas com deficiência, para que possam se integrar à sociedade”, destaca a professora Lody Kousa.
As refeições são embaladas e distribuídas a famílias afetadas pela guerra. Para os organizadores, ações como essa reforçam a união da população diante da crise e ajudam a manter a rede de apoio aos mais vulneráveis.
“Trabalho como voluntário quatro vezes por semana, preparando cerca de 200 refeições por dia. Me sinto orgulhoso de contribuir neste momento tão difícil”, conta o chef voluntário Jon Asis.
*Reportagem da Telesur, Canal Latino-Americano e Caribenho
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