Passar um fim de semana em outro país é bem possível. Com um novo voo direto, em duas horas, os moradores de Manaus podem chegar a Caracas, na Venezuela, e, de lá, à Ilha Margarita.
O repórter Caio Fonseca e o repórter cinematográfico Anderson Luiz, ambos da TV Encontro das Águas, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública, viajaram nesse primeiro voo.
Um paraíso banhado pelo Mar do Caribe. O nosso destino é a Venezuela, que agora tem ligação aérea com o Brasil em um voo direto partindo de Manaus direto para Caracas. Para a estreia da rota, o repórter cinematográfico Anderson Luiz e eu embarcamos no voo da empresa venezuelana Rutaca Airlines.
O jato bimotor reconecta o brasileiro com essa paixão caribenha. Em duas horas de voo, avistamos o aeroporto internacional de Caracas. Do aeroporto para o primeiro resort, o Costa Caribe, é onde vamos ficar hospedados.
Há no imaginário de que, devido à crise sanitária da covid-19 e também a instabilidade política da Venezuela, estruturas como a hoteleira não fosse mais suficiente em 2026 para abrigar grupos de turistas aqui na ilha de Margarita. Lêdo engano. Dá para perceber hotéis como esse. É o segundo que a gente visita só nesse primeiro dia de viagem. Alto padrão.
À noite, tem programação turística, jantar no prato, frutos do mar, comida típica e muita música caribenha. Margarita respira a cultura. Estamos agora em La Asunción, capital administrativa da ilha. Aqui está uma homenagem a Simón Bolívar, comandante das campanhas que garantiram a independência da Venezuela e de outros países da América do Sul no século XIX. Para os venezuelanos ele representa a soberania nacional e a luta contra o domínio espanhol.
Um aspecto curioso é a estátua do libertador Simón Bolívar, que foi feita na medida quase que exata dele. Portanto, quando a gente olha, percebe-se que ele era bem pequeno e não media mais que 1,50 m, segundo historiadores locais. E na praça de La Asunción está ainda uma das igrejas mais antigas do continente americano, a catedral de Nuestra Señora de La Asunción. Ela começou a ser construída 17 anos depois que o Brasil recebeu o primeiro português. Essa catedral é a segunda mais antiga da Venezuela e também a segunda mais antiga da América.
Na reportagem de amanhã (20) tem mais história, cultura, mar azul do Caribe, festa noturna com música latina.
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