O Samba na Gamboa desta terça-feira (08), à meia-noite, canta paixões e dores de amor que embalam casais noite adentro. Sempre com a letra na ponta da língua e a emoção à flor da pele, Emílio Santiago e Áurea Martins, dois dos mais legítimos intérpretes brasileiros, conversam com Diogo Nogueira sobre suas carreiras e a relação com o samba.
Áurea Martins teve influências musicais vindas da família: o pai tocava violão, a mãe era cantora amadora, a avó tocava banjo e dos dois tios que foram músicos profissionais, um tocava saxofone e o outro clarinete. O contato desde cedo com diversas musicalidades a fez desenvolver uma sensiblidade musical que lhe despertou o gosto pelo canto.
Emílio Santiago sentiu-se dividido entre os palcos e os tribunais. Tentou conciliar o bacharelado de Direito e a noite o quanto pode. Porém, cantar era sua verdadeira paixão. Ele fala deste momento-marco, quando se deu conta de que cantar era sua vocação e decidiu deixar a carreira de advogado pra trás. Nesta edição, Áurea e Emílio cantam clássicos do samba e contam algumas histórias das suas vidas.
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