
O Samba na Gamboa desta semana desfila pela avenida com Diogo Nogueira recebendo os puxadores de samba-enredo Neguinho da Beija-Flor e Quinho, que começou na União da Ilha e se afirmou no Salgueiro.
Num encontro cheio de empolgação, eles mostram toda a sua evolução relembrando momentos marcantes de suas trajetórias pessoais e à frente dos microfones na Marquês de Sapucaí.
“O meu primeiro contato com a música foi desde o nascimento porque eu venho de uma família de músicos. O meu pai era pistonista e ele tinha uma orquestra. A minha mãe só não deixou eu aprender o pistom, porque deixa com a marca do bocal e a marca é muito feia. Mas eu acabei seguindo a carreira na música por um outro caminho, sendo compositor”, diverte-se Neguinho.
No repertório, sambas que fizeram história no carnaval, como É hoje (União Da ilha – 1982), Pequei um Ita no Norte (Salgueiro – 1993) e Sonhar não custa nada! Ou quase nada (Mocidade Independente de Padre Miguel – 1992).
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