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O futuro do cinema de arquivo com a efemeridade de registros atuais

Idealizador do REcine opina sobre o tema

A popularização das novas tecnologias tem permitido que diariamente façamos inúmeros registros de nossas vidas e do cotidiano em geral. Se antes esses registros eram destinados a acontecimentos importantes, hoje em dia qualquer situação trivial os motivam. Como fica o cinema de arquivo diante deste contexto?

A quantidade e consequente efemeridade dessa documentação vão conferir material suficiente para o cinema de registro? O Curta em Cena conversou sobre a questão com Cláudio Felício, cineasta e realizador do REcine, Festival Internacional de Cinema de Arquivo.

"É difícil prever o futuro. Acho que a gente está num mundo que se dá como imagem. Acho que sim, você tem uma infinidade de coisas aí que vai servir de alguma maneira depois. Vai ter um uso criativo disso, provavelmente. E até crítico", refletiu o cineasta. "O ser humano vai usar isso também para contar histórias, pois há um deseja natural de ficcionar", acrescentou.

Confira o bate-papo completo sobre o REcine.  

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