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Como será o avião do futuro?

Futurando

No AR em 12/12/2019 - 23:00

Aviões queimam muito combustível e, consequentemente, poluem o meio ambiente – além de serem muito barulhentos. Estudantes e cientistas da Alemanha pesquisam como será o avião do futuro: eles querem projetar aeronaves mais silenciosas e mais ecológicas.

Entre os projetos, estão o desenvolvimento de grandes motores elétricos, novas possibilidades de aerodinâmica e o uso de novos materiais, como plástico reforçado com fibra de carbono.

Do céu para o solo. Você já reparou que tem pessoas que em casa são os reis da calma, mas que, ao volante, ficam tomadas pela raiva e viram verdadeiros monstros? Dirigir é uma tarefa estressante e vários fatores contribuem para que motoristas fiquem irritados e reajam com exagero a certas situações. O Futurando mostra os cinco principais motivos que contribuem para isso.

E já que dirigir provoca tanto estresse, que tal utilizar carros autônomos, aqueles que não precisam de motorista? Esses veículos dirigidos por computadores podem deixar o trânsito mais seguro, afinal, além de não serem agressivos, os computadores não dormem ao volante e não dirigem bêbados! Através de sensores, câmeras e radares esses carros podem observar obstáculos que estejam até 200 metros à frente. Mas chuva, neblina e neve ainda são problemas, mesmo para essa nova tecnologia.

A gente já sabe que computadores podem ser muito inteligentes. Mas e as plantas? Uma pesquisadora de Tübingen quer provar que elas também podem aprender. Por exemplo, a Mimosa se retrai quando tocada. Mas, com estímulos de toque e de luz, é possível ensiná-la a fazer isso, semelhante à forma como fazemos com um cachorro? Em outro experimento, tiras de plástico verdes simulam a concorrência de outras plantas pela luz do sol. Será que a planta muda a direção de crescimento quando há obstáculos? O Futurando tem as respostas.

E as pesquisas com plantas não param por aí. Uma cientista alemã de Wuppertal estuda como manipular a seiva de plantas para torná-las mais atraentes a insetos polinizadores. A pesquisadora investiga esta estratégia em laboratório, com a ajuda de pulgões. No futuro, os resultados poderão levar a colheitas mais ricas.

Criado em 11/11/2019 - 14:20

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