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Reapresentação Eduardo Coutinho

Observatório da Imprensa presta homenagem ao cineasta

Observatório da Imprensa

No AR em 04/02/2014 - 22:00

Pauta

Editorial

Assista na Íntegra

 

Pauta:

Alberto Dines recebe Eduardo CoutinhoExcepcionalmente, devido à trágica morte do cineasta, estamos reprisando a entrevista especial de Alberto Dines com Eduardo Coutinho, um dos mais premiados diretores de documentários do país e que, acima de tudo, foi um profissional de mídia.

Em uma conversa descontraída, Dines e Coutinho discorreram sobre televisão, jornalismo impresso e internet, além de avaliarem o poder das telenovelas na sociedade brasileira.

O documentarista fez também uma dura crítica aos intelectuais - considerados por ele, normalmente, cobertos de empáfia. Eles analisaram ainda o quadro de concessões das emissoras de TV, hoje, nas mãos de várias igrejas.

O diretor de Cabra Marcado para Morrer finalizou o programa dizendo que “não faz filmes para mudar o mundo” e considera que “não precisa de uma utopia para viver, basta viver.”

 

Editorial:

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Na série de especiais dedicados aos 15 anos deste programa, tivemos uma figura extraordinária, uma das vozes mais veementes e críticas do cinema nacional, da mídia nacional, da cena cultural brasileira, infelizmente pouco ouvida, mas quando ouvida, incômoda.

Na semana passada, tivemos o privilégio de reviver aquele empolgante encontro com o cineasta Eduardo Coutinho. Hoje, uma tragédia nos impõe a obrigação de ressuscitá-lo com toda a sua grandeza, nobreza, vitalidade. Suas convicções e, sobretudo, sua independência.

Veterano jornalista da mídia impressa e profissional de tv, Eduardo Coutinho encarna a nossa mídia, é o seu ícone e não apenas pelo sangrento desfecho do último domingo.

Nas homenagens que a imprensa prestou, pouco se lembrou das suas obras mais recentes: um painel documentário de dezenove horas. Sim, dezenove horas. Um retrato arrasador da tv brasileira, exibido uma única vez para trezentos privilegiados numa versão de noventa minutos.

Se a mídia brasileira pretende prestar uma homenagem sincera e autêntica a Eduardo Coutinho deve movimentar-se e autorizar a exibição deste monumento cinematográfico. Será uma demonstração de maturidade e grandeza de uma indústria que raramente assume o seu papel de inspiradora de superações e de avanços.

Com a palavra, Eduardo Coutinho, um cabra marcado para viver, o homem-verdade.

 

Assista na Íntegra:




Apresentação: Alberto Dines

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Criado em 11/02/2014 - 18:27 e atualizado em 26/03/2014 - 16:49

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