Esta semana foi cheia de mudanças na agenda de depoimentos da CPI da Pandemia. E hoje (2) não foi diferente. O advogado Marconny Faria, tido como lobista na negociação de contrato com a empresa precisa medicamentos, para a compra da vacina indiana Covaxin, pelo ministério da saúde, deveria prestar depoimento hoje (2), mas até agora não apareceu. E já se fala em prisão preventiva dele.
Pois é, mais um dia de tensão na CPI da Pandemia.
O advogado Marcony, considerado peça-chave na investigação, deveria prestar depoimento hoje (2) mas não compareceu. O vice-presidente, Randolfe Rodrigues, então, pediu a prisão preventiva dele. A defesa de Marcony não conseguiu localizá-lo e pediu ao STF para que o depoimento hoje (2) seja cancelado.
Bom, ontem (1º) Marcony chegou a apresentar um atestado médico de 20 dias, o que coincide com o término previsto da CPI. Mas os senadores suspeitaram que ele queria fugir e pediu informações ao hospital. Horas depois desse questionamento, o médico de marcony procurou a cúpula da CPI para informar que o atestado seria cancelado. A comissão então determinou que a polícia legislativa o conduzisse à CPI. Só que ele até agora não apareceu.
A sessão chegou a ser suspensa.
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