O brasileiro está vivendo cada vez mais, como mostram os dados do último Censo realizado pelo IBGE. A notícia é excelente, pois reflete as melhores condições de vida e o aumento do acesso a cuidados médicos. No entanto, uma população envelhecida também traz desafios para os governos e para os próprios indivíduos. Saúde, economia e espaços urbanos, entre outros, precisam ser planejados para um futuro que já está batendo à porta.
Hoje, uma um homem com 60 anos tem a perspectiva de viver, em média, mais 22 anos, chegando aos 82 anos. Para as mulheres, a expectativa é de 84 anos. Para se ter uma ideia, em 1940, quem tinha 60 anos podia esperar viver, em média, até os 73 anos — quase uma década a menos.
No ano passado, os idosos deixaram de ser a menor faixa etária da população brasileira. Esse é um cenário novo que tende a se expandir. Daqui a 20 anos, as pessoas com 60 anos ou mais serão a maior parte da população. Isso significa que é preciso planejamento, principalmente na área da saúde, para lidar com os desafios dessa mudança.
Outro ponto importante é a economia: pela primeira vez, o Brasil terá mais idosos do que jovens. Além disso, a população de aposentados será maior do que a de trabalhadores. Isso impõe uma responsabilidade coletiva difícil de equalizar.
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