Alguns fatores fazem com que a visão fique alterada e precise de diagnóstico médico, como diabetes e idade avançada. Em Porto Alegre, a fila de espera por um atendimento de oftalmologia pelo SUS está grande. Veja na reportagem da TVE Rio Grande do Sul, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública, o que está sendo feito para diminuir o tempo de espera.
O Hospital Banco de Olhos é um dos principais serviços de referência do estado. Cerca de 74% dos atendimentos — ou seja, aproximadamente 9.000 consultas e 7.000 cirurgias por mês — passam por lá.
Roberto tem diabetes tipo 1, mas não esperava que sua visão seria afetada tão repentinamente:
"Até hoje estava bem, né? Nunca me incomodou. Às vezes embaçava, foi de repente. Daí o doutor falou que isso aí já é a doença mesmo, tá instalada, e que eu deveria tratar a partir de agora", conta ele.
A partir daí, começa a sua caminhada em relação aos cuidados com os olhos. Após a emergência, ele já sai com uma consulta marcada. Mas, por regra, o tempo de espera pode ser bem maior.
A oftalmologia é, atualmente, a especialidade com a maior fila de espera no estado. Só na capital, segundo dados de abril, há 33.800 solicitações para oftalmologia adulta.
"A necessidade de óculos, por exemplo, exige revisões sistemáticas — anuais ou a cada dois anos — e isso acaba aumentando a demanda. A nossa expectativa é que, ao longo deste ano, a gente consiga reduzir esse número", afirma um dos responsáveis pelo serviço.
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