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Arte quilombola com capim-dourado é fonte de renda e sustentabilidade

Repórter Brasil

No AR em 15/09/2025 - 19:00

A colheita do capim-dourado já começou no Jalapão, no Tocantins. De setembro a novembro, comunidades quilombolas realizam o manejo sustentável da planta, que é símbolo cultural e também fonte de renda na região. 

Tudo é feito manualmente, nas áreas úmidas conhecidas como veredas. São centenas de espaços como este, onde o vegetal brota naturalmente. A técnica exige cuidado: a parte superior da planta, onde ficam as sementes, deve permanecer intacta. Assim, o ciclo se renova a cada ano e o capim continua brotando sem prejudicar a natureza.

No Jalapão, tradição e sustentabilidade caminham lado a lado. A cada fio colhido, as comunidades garantem renda, preservam o meio ambiente e mantêm viva a história do capim-dourado.

O capim colhido se transforma em bolsas, chapéus e biojoias como brincos, pulseiras e adornos de decoração. Peças que ultrapassam as fronteiras do Jalapão e chegam a várias partes do Brasil e também ao exterior. Mais que uma fonte de renda, o capim-dourado representa a preservação da cultura do quilombo Mumbuca, que se fortalece a cada safra. Durante o período da colheita, a comunidade se enche de visitantes, e cada peça produzida à mão se torna símbolo de resistência, tradição e sustento local.

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Criado em 15/09/2025 - 21:40

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