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Mulheres

Conheça a história e a luta de mulheres inspiradoras

Programa Especial

No AR em 25/11/2017 - 12:00

Este Programa Especial é dedicado às mulheres. Vamos conhecer o trabalho desenvolvido pela Casa Da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), que promove campanhas inclusivas e tem como mediadora Taís Victa, de 30 anos, que é surda oralizada. Ela explica como funcionam os encontros realizados pela instituição e qual seu papel nela.  De acordo com Taís, quando se fala sobre violência contra as mulheres com e sem deficiência, é fundamental deixá-las cientes de todos os locais que devem recorrer quando for necessário. Mesmo com toda a dificuldade de encontrar acessibilidade, as mulheres com deficiência precisam perceber que elas também podem e devem procurar essas redes.

Descrição da foto: Em uma sala, Taís Victa está sentada olhando para frente. Ela usa óculos de grau. No fundo, tem estantes laranjas com livros enfileirados.
Descrição da foto: Em uma sala, Taís Victa está sentada olhando para frente. Ela usa óculos de grau. No fundo, tem estantes laranjas com livros enfileirados. - Divulgação

Vamos conversar também com Christina Brazil, que tem baixa visão, e Elisabete Telles, que é cadeirante. As duas trabalham na área da educação e contam suas histórias para a gente. A primeira formação de Christina é o bacharelado em Direito, mas ela escolheu cursar Pedagogia em busca de uma vida profissional mais inclusiva. Para ela, falar sobre o assunto da inclusão é um passo grande e fundamental para que haja cada vez menos discriminação. 

Descrição da foto: Christina Brazil está segurando um livro aberto com uma das mãos. Com a outra mão, ela está segurando uma lupa de aumento e olhando através da lente para figuras coloridas nas páginas do livro.
Descrição da foto: Christina Brazil está segurando um livro aberto com uma das mãos. Com a outra mão, ela está segurando uma lupa de aumento e olhando através da lente para figuras coloridas nas páginas do livro. - Divulgação

Elisabete é professora do ensino básico e gestora ambiental. Ela aborda sua trajetória e a importância do papel da mulher que tem deficiência como exemplo para outras mulheres. Elisabete enfatiza o fato de que a mulher pode ter a liberdade de seguir os caminhos que quiser e que não devem ser diminuídas por serem mulheres.

O programa traz ainda uma entrevista com Deborah Prates, que é cega há cerca de dez anos e é presidente da Comissão da Mulher do Instituto dos Advogados Brasileiros. Deborah discute questões relativas à legislação e à inclusão das mulheres e explica como funciona a representatividade da mulher com e sem deficiência na instituição. 


    

Tags:  mulheres

Criado em 21/11/2017 - 12:25

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