
Amácio Mazzaropi é um dos maiores nomes do cinema popular brasileiro. Para homenagear o artista, participam do programa deste domingo (09), às 18h, a autora do livro "Sai da Frente: a vida e obra de Mazzaropi", Marcela Matos; o diretor Carlos Manga e o conservador-chefe da Cinemateca do MAM/RJ, Hernani Heffner.
Ator, diretor, autor e produtor, ele criou um personagem que o acompanhou por toda a carreira e esteve presente em todos os filmes que fez. Era um caipira, inspirado no Jeca Tatu, da obra de Monteiro Lobato. Mas ao contrário do personagem ingênuo e simplório que encarnou, Mazzaropi foi um grande empreendedor, um homem de negócios bem sucedido, dono de estúdios e que fez muito pelo cinema brasileiro.
Ao longo de sua carreira profissional, que começou num circo chinfrim do interior de São Paulo, Mazzaropi fez trinta e dois longas-metragens, dos quais 14 ele mesmo dirigiu; todos com grande sucesso de bilheteria. Apesar disso, era menosprezado pela imprensa e pela crítica especializada, que o consideravam superficial. Vinte anos depois de sua morte, Mazzaropi tornou-se "cult" e desperta admiração tanto por ter ajudado o pessoal do cinema novo, quanto por ter influenciado diretores que ganharam prêmios importantes.
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