Rogéria era fã de Emilinha Borba, sua maior referência artística. Sonhadora e ao mesmo tempo realista, fez do seu sonho uma meta e foi à luta. Em plena ditadura militar, destacou-se como vedete em apresentações memoráveis nas boates de Copacabana. Seu carisma e talento ajudaram a quebrar o preconceito: com uma presença marcante na televisão, “a travesti da família brasileira” foi amada pelo público.
Ícone do mundo gay, a atriz era a transformista mais representativa do país. Para homenageá-la, o Recordar resgata dois programas da TVE com a diva: “O advogado do diabo” e “Por acaso”. Aqui, se existe memória, a fita roda!
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