A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (16) Edson Menezes, ex-superintendente do Banco Prosper. O banqueiro é acusado de pagar propina de R$6 milhões ao grupo do ex-governador Sérgio Cabral.
A operação investiga o pagamento de propina na venda do Banco do Estado do Rio, o Berj, que era responsável pela folha de pagamento dos servidores do estado. A compra foi realizada em 2011 pelo Bradesco, mas a polícia investiga também a fase de contratação da consultoria para esse negócio.
Em 2006, durante o governo de Rosinha Garotinho, a Fundação Getúlio Vargas foi contratada, sem licitação, para fazer o estudo e subcontratou Edson Menezes do Banco Prosper. A FGV também é suspeita nessa operação e um dos diretores da instituição deve ser intimado a depor.
Na época, o Banco Bradesco pagou R$1,8 bilhão e passou a administrar os pagamentos de mais de 460 mil servidores. Edson Menezes e a FGV negam as acusações.
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