Receber o salário, chegar ao trabalho, manter um negócio ou simplesmente acender uma lâmpada. O que parecem ser ações cotidianas tornaram-se desafios diários para os cubanos, em meio ao agravamento do bloqueio dos Estados Unidos.
À medida que as medidas se intensificam, os cubanos buscam alternativas para contornar seus efeitos. Em frente aos bancos, formam-se filas que se repetem por todo o país. Por causa das frequentes falhas de energia, os caixas eletrônicos ficam fora de serviço e as plataformas bancárias, desconectadas. Esses apagões são causados pela falta de combustível, consequência das sanções dos Estados Unidos contra a ilha.
Os problemas decorrentes da falta de eletricidade atingem diversas atividades. Na produção de doces e sorvetes, por exemplo, não é possível ligar fornos ou máquinas sem energia. Os trabalhadores seguem apenas com a produção já pronta e assim continuarão até que o fornecimento seja restabelecido.
A escassez de combustível também afeta o transporte público e o setor privado, que sofre prejuízos.
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