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Mortos no Irã passam de 200 após ataques de EUA e Israel

Aiatolá Ali Khamenei é tido como morto pelos países agressores

Repórter Brasil

No AR em 28/02/2026 - 19:00

O mundo amanheceu com mais um conflito militar. Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com a justificativa de "eliminar ameaças iminentes do regime iraniano". Houve resposta no Oriente Médio.

O número de mortos já passa de 200, segundo a imprensa iraniana. E a agência Reuters afirma que uma fonte militar israelense teria confirmado que o aiatolá Ali Khamenei foi morto.

Assim como o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Ele disse que havia indícios de que o aiatolá foi atingido fatalmente.

Mais cedo, entretanto, o ministro de Relações Exteriores iraniano afirmou que ele estaria vivo, até onde ele sabia.

Veja mais: Brasil defende negociação como único caminho para a paz

O ataque começou logo cedo, neste sábado (28), e atingiu a capital Teerã e outras cidades iranianas, mergulhando o Oriente Médio em mais um cenário de bombardeios e terror. 

O Irã respondeu aos ataques com mísseis em direção a Israel e a bases americanas no Catar, Kuwait, Bahrein, Jordânia e Emirados Árabes.

Segundo a agência estatal de notícias do Irã, uma escola para meninas foi atingida perto do Estreito de Ormuz, deixando dezenas de mortos.

Trump se pronuncia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os bombardeios buscam proteger o povo norte-americano de ameaças do governo iraniano, por causa do programa nuclear do país.

Trump afirmou em suas redes sociais que os EUA vão garantir que grupos terroristas não possam mais desestabilizar a região ou o mundo, e acrescentou que o Irã nunca terá uma arma nuclear.

Em nota, a embaixada do Irã no Brasil afirmou que a nova agressão militar dos EUA e de Israel demonstram, mais uma vez, “a natureza agressiva e desestabilizadora desses atores, que não poupam esforços para violar o direito internacional e comprometer a paz”.

ONU pede fim de “hostilidades”

Nas redes sociais, o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a escalada militar deste sábado no Oriente Médio – tanto os ataques dos Estados Unidos e Israel no Irã como a retaliação iraniana na região. E exigiu o fim das hostilidades para evitar um conflito regional mais amplo.

Uma das principais rotas de petróleo do mundo, o Estreito de Ormuz, foi fechado por motivos de segurança pela guarda revolucionária islâmica. Nenhum navio tem permissão de cruzar as águas do estreito. Isso pode ter um reflexo direto no preço do petróleo.

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Criado em 28/02/2026 - 20:35

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