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Música nas Igrejas - 10 anos

Projeto reúne grupos e solistas brasileiros com convidados

A Grande Música

No AR em 18/08/2013 - 07:30

Rosana Lanzelotte

 

O programa A Grande Música de quinta (11), às 23h, faz uma homenagem à série Música nas Igrejas. Criado pela cravista Rosana Lanzelotte, é um dos projetos que mais contribuiu para a diversidade de várias temporadas musicais do Rio de Janeiro.

Sigismund Neukomm teve uma passagem significativa pelo Brasil. Tinha acesso à corte que vivia no Rio e circulou em todos os meios da cultura popular. Foi o primeiro músico de renome internacional a escrever sobre a música brasileira e foi professor de compositores importantes na história. Sua obra teve novo reconhecimento com as pesquisas de músicos como Rosana Lanzelotte que recuperaram peças inéditas e integraram o repertório em torno da comemoração dos 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Brasil. Fantasia Concertante - Adagio, de Neukomm, com Rosana Lanzelotte (pianoforte) e Ricardo Kanji (flauta).

 

 


A Grande Musica - Ars Trio

O calendário do projeto Música nas Igrejas alternou grupos e solistas brasileiros com convidados internacionais e apresentou um repertório que não se restringiu a obras litúrgicas. Trio Elegíaco em Sol Menor, de Rachmaninoff, com Ars Trio.

 


O repertório barroco é um dos mais ricos e adequados aos concertos realizados em igrejas. Este tipo de música foi criado para ser apresentado em locais com o mesmo ambiente sonoro em que se realiza o projeto da cravista Rosana Lanzelotte. A polifonia e a ornamentação características do barroco pedem do ouvinte uma atenção que reforça o significado de um recital dentro de uma igreja. Concerto para Oboé em Ré Menor, de Marcello, com Heinz Holliger (oboé) e Camerata Bern.


Beethoven divide com Bach as referências como o grande pilar na música de concerto europeia. Cada obra é resultado de um trabalho intenso de elaboração. Em quase todas as formas que compôs, ele ultrapassa os limites estabelecidos e surpreende em todos os níveis da sua estrutura.


 


 

 

 


Camerata Bern

Os seus quartetos estão entre o que há de mais significativo para cordas. O Opus 133 (quarteto da Grande Fuga) é um dos exemplos mais eloqüentes do seu domínio expressivo: recupera a forma polifônica da fuga. Ao mesmo tempo em que as soluções harmônicas e melódicas vão além de tudo o que já tinha sido escrito até então para quarteto de cordas. Grande Fuga em Si Bemol maior, op. 133 de Beethoven, com Paolo Beltramini (clarineta) e Quarteto Prometeo.

 


 


 


 


Direção-geral, apresentação e roteiro: José Schiller
Direção e edição: Gustavo Borjalo
Produção-executiva: Cristina Maluhy


Horário: 23h
Reapresentação: domingo, à 0h30

 




Criado em 11/08/2011 - 21:13 e atualizado em 23/08/2013 - 20:58

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