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A polêmica relação entre religião e política

Os prós e os contra de homens e mulheres religiosos atuarem como

Entre o Céu e a Terra

No AR em 07/05/2017 - 16:00

Ao contrário do que muitos acreditam, o Estado laico não é ateu, mas um Estado que busca garantir a liberdade de todas as manifestações religiosas e culturais de todos e todas, não impondo ou discriminando determinadas doutrinas. Uma das questões muito debatida na sociedade hoje é a de se um religioso, ao ocupar um cargo político eletivo, poderia legislar ou governar em nome de toda a população ou se seria legitimo que promovesse os valores e crenças de sua religião e daqueles que o elegeram.

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Fato é que, até a proclamação da República, o Brasil era um país oficialmente católico. Ou seja, um nascimento, casamento ou mesmo atestado de óbito só teria validade se passasse pela Igreja. Hoje isso é diferente. Somos uma nação com diversas crenças, fés e formada também por aqueles que não creem. Neste sentido seria produtivo termos religiosos ocupando cargos políticos? O que podemos observar na sociedade brasileira é o aumento da Frente Parlamentar Evangélica, bem como a implementação de Comitês de diversidade religiosa e de promoção da diversidade de crenças por todo o país.

Alberto conversa com atendente em um restaurante

Por outro lado, as religiões muitas vezes ocupam um papel que deveria ser do Estado. Igrejas, terreiros, sinagogas, entre outros, por todo país, incentiva seus fieis a conhecerem seus direitos civis e a lutar por eles; ajudam pessoas em situação de pobreza ou de falta de saúde e até oferecem água e moradia para os mais miseráveis.

 

 

 

Produção: Realejo Filmes
Direção: Thomas Miguez
Roteiro: Daniele Ricieri e Michelle Ferreira
Elenco: Clayton Mariano, Carla Zanini, Tom Dupin e Walter Pedro

 

 

 

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