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Jaime morre de malária

Matilde desconfia que está grávida de Luís Bernardo

Equador

No AR em 10/10/2012 - 02:30

Equador

Pela manhã, Agostinho pergunta a Luís Bernardo se quer ir às fazendas e o aconselha a jantar com os fazendeiros. No mesmo dia, Jaime morre e é sepultado. Francisca está desesperada e grita pelo filho.


Masara diz a Saturnino que, agora, já não têm ninguém que os defenda. Saturnino afirma que defenderá Masara mesmo que isso signifique a morte de Maltez.


Juiz Anselmo, João Patrício e Major Benjamin comentam o discurso do Governador e a maneira como ele lidou com Maria Augusta. Aristides ouve a conversa.


Aristides conta o que ouviu para Thomas. O dono da cervejaria diz que não quer saber de nada e que tem que sair. Aristides fica sozinho na cervejaria.


Albano encontra com Maria Augusta na Roça Nova Esperança e conta que recebeu uma mensagem para jantar na casa do Governador. Maria Augusta manda ele confirmar a sua presença.


Luís Bernardo pergunta aos empregados como estão os preparativos para o jantar. Pede a Tobias que prepare dois cavalos, pois quer ir com ele conhecer a ilha.


Luís Bernardo avista uma mulher em frente a uma cabana e lhe pede para entrar. Ela cede, assim que ele lhe dá algumas moedas.


Na cervejaria, Aristides lê o diário do Visconde. Aristides pergunta a Jerônimo quem era o Visconde, e se era negro. Jerônimo relembra que era mulato e que tinha duas roças. Uma delas era a Novo Brasil, que foi abandonada. Thomas visita a fazenda Novo Brasil.


Edite pergunta a Maltez por Francisca. Ele responde que ela não quer comer e que só chora. O coronel quer saber de Massara. Edite comunica que Francisca a dispensou.


Maltez manda Alípio ir à cidade enviar um telegrama a Zé Maria, dando ordem para voltar para São Tomé, antes que aconteça alguma coisa a Francisca. Maltez diz a Massara para voltar para casa e ser a sua criada de quarto.


Luís Bernardo pergunta a Sebastião se conhece a família da cabana e fica chocado ao saber que é de um funcionário da Administração Pública. O governador recebe um telegrama de Lisboa ordenando que ele acomode o cônsul inglês, que está para chegar.


Adélia pede a Juiz Anselmo para ficar em casa e tenta seduzi-lo. O Juiz se afasta e diz que combinou encontrar o presidente e o curador.


Na Câmara Municipal, Agostinho, Juiz Anselmo, Germano Valente e Jerônimo comentam que é estranho o cônsul inglês trazer apenas a mulher.


Adélia faz uma reunião na igreja e diz às Senhoras que os negros têm que andar vestidos, pois é uma afronta andarem sem camisa.


Tobias mexe no cabelo de Doroteia. Irritada, a criada ordena que ele se afaste. Tobias diz que o patrão nunca será dela, pois jamais se casará com uma crioula.


Doroteia vai chorar no ombro de Pombalina e pergunta como é que conseguiu se juntar com um branco.


No jantar com os administradores das fazendas, Luís Bernardo diz que precisa convencer o cônsul inglês de que não existe trabalho escravo em São Tomé. Germano Valente explica que não existem escravos, pois todos os trabalhadores são pagos, têm horários e direito a médico. O governador diz que quer confirmar isso com os seus próprios olhos.


Luís Bernardo despede-se de Maria Augusta e Doroteia assiste, escondida. Maria Augusta agradece o jantar e convida-o para pernoitar quando ele for à fazenda Nova Esperança.


No Chiado, Matilde cruza com João Forjaz. João conta que recebeu uma carta de Luís Bernardo. Matilde não se sente bem e diz que a última vez que esteve assim, foi quando esteve grávida.






Criado em 19/10/2011 - 04:00 e atualizado em 11/10/2012 - 13:48

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