
O Comentário Geral de quarta (20) se entrega de corpo e alma a um tema muito atual: o corpo. O programa abrange desde a dança, canibalismo, passa pela arte, tecnologia, percussão e vai à superação da falta de mobilidade.
Os padrões de beleza mudam de acordo com a época. Durante a Idade Média não existia um biotipo definido, mas o Renascimento trouxe a busca do equilíbrio e o modelo greco-romano de beleza. A evolução desse conceito e a chamada ditadura do corpo são tratados pelo professor e artista plástico Frederico Carvalho.
A tecnologia também entra em cena possibilitando alternativas de modificação do corpo. Em algumas décadas do século XX, o corpo vivo do artista era o suporte para a sua arte e dominou a cena artística. Já no século XXI, a tecnologia promete proporcionar um impacto ainda maior na interação do corpo humano com a arte. A exemplo do corpo cibernético, assunto do professor e pesquisador do Instituto de Biofísica da UFRJ, Mário Fiorani.
Saindo do mundo terrestre para o celestial, o astrônomo Alexandre Cherman explica o que são os corpos celestes. A dança utiliza os movimentos do corpo como forma de expressão. O coreógrafo Rodrigo Pederneiras comemora os 35 anos de sucesso do grupo Corpo, de Minas Gerais. E o músico Marcelo Yuka, que ficou paraplégico após ser vítima de um assalto em 2000, mostra como supera as limitações do seu corpo.
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