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Rosiska Darcy de Oliveira relembra os "anos de chumbo"

Sérgio Britto recebe a imortal da Academia Brasileira de Letras para

Exílio e Canções

No AR em 09/10/2014 - 02:00

Sérgio Britto e Rosiska Darcy de OliveiraA escritora e jornalista Rosiska Darcy de Oliveira era casada com o diplomata Miguel Darcy de Oliveira. Quando – com o AI5, em 1968 – as torturas nos quarteis se intensificaram, ela e o marido juntaram-se a um grupo de pessoas no intuito de denunciar a violência cometida contra os presos políticos.

Em 1970, Rosiska tem a carreira jornalística interrompida pelo exílio. Acusada pela ditadura militar de denunciar a prática sistemática de tortura contra opositores políticos, é obrigada a se refugiar em Genebra, na Suíça.

Rosiska relata sua trajetória no exílio após o encontro com Paulo Freire em Genebra e o aprendizado junto a seu mestre, Jean Piaget, na Faculté de Psychologie et Sciences de l’Education, da Universidade de Genebra.

Sérgio Britto interpreta Asa Branca e Tropicália, canções que marcaram a vida de Rosiska no exílio.

“Quando saí do país, o Brasil era a única coisa que existia no mundo para mim. E quando cheguei a outro país, comecei a olhar o Brasil de um outro ponto de vista, e isso é muito formador” , comenta a escritora.

 




Criado em 01/10/2014 - 16:18 e atualizado em 09/10/2014 - 18:38

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