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Roda moinho, Roda Pião, Quero Cultura no meu Pirão

Conheça os integrantes de grupo regional de dança indígena

DOC Especial

No AR em 12/09/2017 - 06:30

A série de documentário “Roda moinho, Roda Pião, Quero Cultura no meu Pirão” conta, em cinco episódios de 26 minutos, a história de quatro jovens dançarinos de grupos regionais de dança indígena do município de Maués, revivendo suas memórias e fatos. A obra seriada foca a visão de mundo e a experiência deles, após ingressarem na universidade pública, onde tiveram de deixar o lugar de origem para fazer escolhas entre o mundo da arte e o mundo do trabalho formal, expectativas que foram de encontro aos anseios da família, que vivem da subsistência de pequenos serviços. Para alguns, o total distanciamento de sua vocação revelada por meio da faculdade fez com que tivessem novas experiências com elementos do fazer artístico.

Pajé

Maik caracterizado de personagem de um dos espetáculos que costuma participar
Maik caracterizado de personagem de um dos espetáculos que costuma participar - Reprodução/Maya Filmes

Maik, caracterizado de um personagem de um dos espetáculos que costuma participar, com seus adereços num desempenho de dança indígena em fundo infinito, evoluindo numa dança contemporânea, uma trilha envolve o ambiente vinda de um leitor de CDs colocado no chão onde podemos ouvir um som característico com batida e cadencia tribal com efeitos sonoros usados no espetáculo. Depois vemos Maik andando nas ruas do centro histórico de Maués que, admirado com a visão do mundo concreto, conta como conseguiu entrar na faculdade.


A Nova Ordem

Paulo Eduardo dos Santos
Paulo Eduardo dos Santos - Reprodução/Maya Filmes

Paulo dedilha em seu violão uma canção alegre. A letra fala de um amor perdido e de amigos queridos. Depois vemos Paulo na fábrica de pilação de guaraná, operando uma máquina; seu trabalho é intenso e pesado, mas é durante o almoço que ele fala sobre como ele entrou na faculdade, e que teve que largar a dança indígena para se manter e manter-se junto à sua família.


A Menina que passa, que lava e que dança

Mara Julia
Mara Julia - Reprodução/Maya Filmes

Mara Julia nos conta como dividiu o tempo do trabalho doméstico com os estudos e a dança indígena. Mara Julia quase desistiu do curso superior por conta da dificuldade. O sonho de Mara Julia é ver sua filha formada.


Psicodrama

Ronny
Ronny - Reprodução/Maya Filmes

Ronny foi determinado em entrar num curso superior motivado por ver os amigos também entrarem. Seu pai quis que ele fizesse administração, mas a mãe queria que ele optasse pelo curso de enfermagem, mas escolheu a matemática para ser professor. Um dia, quando tiver a tão sonhada estabilidade, quer entrar no curso de dança e deixar o interior, mas, enquanto essa estabilidade não chega, ele vai sobrevivendo do que aparece. O maior conflito que ele ainda vive é sobre suas escolhas tanto na vida profissional quanto na vida pessoal.


Roda moinho, Roda Pião, Quero Cultura no meu Pirão

Ronny apresenta sua dança em sala de aula para o professor. Em seguida, ele caminha com Mara Julia pelo corredor rumo ao auditório da faculdade, lá eles já são esperados por Maik e Paulo. Num palco a meia-luz, eles apresentam uma dança contemporânea, enquanto os pais assistem na plateia.

Direção: Carlos Garcia
Produção: Maya Filmes

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