Ela é uma artista plural que atua, compõe e canta. Seus múltiplos talentos a levaram para o Teatro Oficina, do Zé Celso Martinez, onde ela está até hoje. Nascida em guarulhos, filha de uma baiana, Céllia Nascimento vive hoje no Rio de Janeiro e ingressou em outra companhia, a dos Prazeres. No Rio, Céllia também faz trilha sonora para televisão e acaba de passar na seleção de um musical “A Cor púrpura”. Com quatorze anos de carreira, três CDs e um DVD gravado, Céllia Nascimento é considerada um
a das grandes revelações da Black music paulista.
Ainda no universo da música, uma banda carioca que toca um indie da pesada, meio assim, Tipo Uísque. A banda, formada em 2009, lançou apenas EPs. O primeiro em 2011 “Afague”, em seguida lançaram o trabalho “'Home”, que recebeu o selo SLAP da Sony, concedido as novas revelações da música, outra curiosidade do EP é que ele foi gravado em diferentes cômodos de casas dos integrantes da banda. Eles seguem na produção do terceiro EP e é um dos destaques do rock do rio de janeiro. O Estúdio Móvel tem o prazer de receber a banda Tipo Uísque.
O papo com o crítico, pesquisador e jornalista de cinema Mario Abbade continua. A sua paixão pelo cinema é contagiante, ao relembrar da sua trajetória profissional, ele esbarra nas suas referências cinematográficas, que não são poucas, assim o papo vira uma verdadeira viagem pela história do cinema que o Estúdio Móvel teve o prazer de embarcar!
Apresentação: Liliane Reis
Direção: Alê Montoro
Produção Executiva: Carlos Colla, Leonardo Sousa, Luca Bastolla, Mirian Magami, Poliana Guimarães
Produção: Kamyla Abreu
Roteiro: Fernando Mozart, Délcio Teobaldo
Estagiária: Rafaela Monteiro e Herval Peixoto
Edição: Isabelle Valente, Jeovan Barbosa, Carlos Damião, Rodrigo Morais, Carolina Rodrigues, Marco Machado
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