
O Musicograma deste sábado (21), às 21h30, faz uma retrospectiva de um dos mais importantes grupos da década de 80, Barão Vermelho, desde Cazuza até Frejat. No programa, musicais dos dois cantores e depoimentos dos pais de Cazuza, Lucinha e João Araújo, e do produtor musical Ezequiel Neves. Além da história dos artistas, o episódio também aborda o contexto histórico da época no cenário musical e político brasileiro.
Filho de uma cantora e de um produtor musical, Cazuza nasceu em 1958 e foi batizado Agenor, nome do avô, um usineiro pernambucano. Mas, desde criança, adotou o apelido Cazuza como nome próprio. Nascido e criado na Zona Sul carioca, Cazuza viveu os principais movimentos da MPB do final do século XX. Seu estilo musical foi influenciado pela Bossa Nova, a Jovem Guarda e o Tropicalismo. Essa influência foi sentida também para as suas composições.
No repertório de Cazuza na edição, sucessos como Faz Parte Do Meu Show (Cazuza / Renato Ladeira) , Vida Louca Vida (Lobão / Bernardo Vilhena), Pro Dia Nascer Feliz, primeiro sucesso do Barão Vermelho, (Cazuza / Frejat), Ideologia (Cazuza / Frejat), O Tempo Não Para (Cazuza / Arnaldo Brandão), entre outros.
O elo comum entre Cazuza e Frejat é o Barão Vermelho. O grupo nasceu em 1981, quando Cazuza era apenas um poeta que sonhava letrar músicas. Cazuza foi o primeiro vocalista da banda e anunciou sua saída no Rock in Rio em 85. Frejat, então, assume o vocal. Sob sua liderança o Barão recebeu o Prêmio Sharp de grupo Pop Rock de 1990 e foi indicado ao Grammy Latino. Apesar de temperamentos diferentes, a dupla Cazuza e Frejat se tornou a assinatura mais criativa do Rock-BR. No programa, Frejat interpreta Beth Balanço e Maior Abandonado.
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