O verão é um período do ano em que os cuidados com a pele devem ser redobrados.
Passada a frente fria do fim de semana, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro fez o alerta para os riscos à exposição excessiva ao sol. No verão passado, de novembro a março, foram contabilizados, por mês, uma média de 182 atendimentos por queimadura solar. É o dobro da média nos outros meses de 2024.
A recomendação da prefeitura é que o protetor solar seja utilizado diariamente, com fatos de proteção 30 ou superior. Chapéus, bonés e óculos escuros com proteção contra raios UV também são aliados na redução dos danos causados pelo sol.
O conselho também é que crianças, idosos e gestantes merecem uma atenção especial porque são os grupos mais vulneráveis.
É preciso saber a hora de buscar atendimento médico: atenção a feridas que não cicatrizam, manchas, pintas que sangram, coçam ou mudam de aparência. Elas precisam ser avaliadas pelo médico dermatologista.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer mais comum no Brasil é o de pele não melanoma.
Outra recomendação é manter-se hidratado. Beber água, passar hidratante depois do banho pode ajudar a evitar irritações que são comuns nessa época do ano.
E não custa lembrar de combater os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e da chikungunya. É só não deixar água parada.
Quem tem criança em casa deve ficar atento à atualização vacinal. Isso porque aumenta a circulação dos vírus respiratórios no verão.
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