O laudo da necrópsia feito depois da exumação do corpo da PM Gisele Santana, de 32 anos, morta em 18 de fevereiro deste ano, apontou a presença de quatro lesões no rosto e no pescoço, compatíveis com marcas de unhas e dedos. As lesões podem sugerir que Gisele tenha sido esganada e que tenha desmaiado antes de sofrer o disparo.
A causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave provocado por disparo de arma de fogo. A presença de fuligem e os efeitos da explosão da pólvora indicam que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça da PM.
Um novo depoimento e imagens de câmeras de segurança do condomínio mostram que três policiais militares estiveram no apartamento depois que a PM morreu para limpar o imóvel. Gisele morreu no dia 18 de fevereiro no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto.
O caso inicialmente foi registrado como suicídio; depois do depoimento da família da PM, passou a ser investigado como morte suspeita.
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