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Laudo de PM morta aponta esganadura e marcas de unhas no rosto

Repórter Brasil

No AR em 10/03/2026 - 19:00

O laudo da necrópsia feito depois da exumação do corpo da PM Gisele Santana, de 32 anos, morta em 18 de fevereiro deste ano, apontou a presença de quatro lesões no rosto e no pescoço, compatíveis com marcas de unhas e dedos. As lesões podem sugerir que Gisele tenha sido esganada e que tenha desmaiado antes de sofrer o disparo. 

A causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave provocado por disparo de arma de fogo. A presença de fuligem e os efeitos da explosão da pólvora indicam que o disparo foi feito com a arma encostada na cabeça da PM. 

Um novo depoimento e imagens de câmeras de segurança do condomínio mostram que três policiais militares estiveram no apartamento depois que a PM morreu para limpar o imóvel. Gisele morreu no dia 18 de fevereiro no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. 

O caso inicialmente foi registrado como suicídio; depois do depoimento da família da PM, passou a ser investigado como morte suspeita. 
 

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Criado em 10/03/2026 - 20:25

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