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"Sonhos são verdadeiro oráculo probabilístico", afirma Sidarta Ribeiro

Neurocientisa lança livro em que fala da importância dos sonhos

Impressões

No AR em 01/04/2020 - 23:00

Com o livro O Oráculo da Noite - a história e a ciência do sonho já nas prateleiras das livrarias do país, o escritor e neurocientista Sidarta Ribeiro pretende lembrar as pessoas da importância do sonho para a solução de questões particulares e coletivas. Depois de intensa pesquisa, Ribeiro reuniu nesta obra explicações racionais e científicas para o fenômeno que para muitos ainda está na esfera da metafísica e é pouco compreendido.

No programa Impressões, Sidarta garante que todos sonham, ainda que não lembrem, e que esse fenômeno natural pode funcionar como um verdadeiro oráculo probabilístico.

Sonhos são verdadeiro oráculo probabilístico, afirma neurocientista Sidarta Ribeiro
Sonhos são verdadeiro oráculo probabilístico, afirma neurocientista Sidarta Ribeiro - Reprodução/TV Brasil

O neurocientista explicou que o sonho é um momento em que nosso baú de memórias e aprendizados adquiridos no período em que estamos acordados se manifestam. “É um momento em que a gente toma contato com desejos e temores que a gente muitas vezes não reconhece”, disse.

Na conversa com a jornalista Katiuscia Neri, o cientista conta que foi dos sonhos que veio a revolução cultural que permitiu que saíssemos das cavernas.

Com o desafio de tratar sobre o assunto de forma científica, ultrapassando o caráter unicamente místico do sonho, ele alerta: nem todos revelam premonições. “É preciso interpretar”. Ao longo do programa, Sidarta ensina dicas que estão reunidas em seu livro para que as pessoas possam lembrar dos sonhos e até se programar mentalmente para que esse fenômeno tenha resultados mais produtivos para cada um.

O neurocientista Sidarta Ribeiro lembra a importância do sonho
O neurocientista Sidarta Ribeiro lembra a importância do sonho - Divulgação/TV Brasil

Uma das sugestões é a construção de um diário de sonhos, que ele denomina sonhário. Com essas memórias em mãos, afirma, fica mais fácil compreender as mensagens que surgem . “É como se você não estivesse montando um quebra-cabeças e de repente ganhasse uma pecinha e não sabe qual o contexto da peça. Quando você vai fazendo um sonhário, você vai construindo esse contexto. Você sabe todos os sonhos dos últimos 15 dias e quando aparece um novo sonho e se relaciona com sonhos anteriores, fica tudo mais claro”, assegurou.

Criado em 30/03/2020 - 20:25

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