De acordo com a prefeitura, as famílias que vão ser beneficiadas com o conjunto de habitações populares no espaço serão definidas após as tratativas e início das obras. Não necessariamente os beneficiados serão os antigos moradores do edifício que desabou e que ainda estão lá acampados no Largo do Paissandu, em frente ao local da tragédia.
Segundo dados do município 110 mil famílias estão cadastradas nos programas habitacionais da prefeitura e também esperam atendimento. A secretaria de Habitação tem um plano de metas que prevê a entrega de 25 mil moradias até 2020 para enfrentar um deficit habitacional de mais de 360 mil imóveis.
Após o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, a prefeitura anunciou a vistoria de prédios ocupados na região central da cidade. Até o momento, foram vistoriadas 30 locais por uma força-tarefa composta por três equipes, com representantes de sete secretarias e movimentos de moradia.
De acordo com a prefeitura, o objetivo das visitas é identificar e diminuir riscos encontrados nos imóveis, e assim evitar tragédias como o incêndio e desabamento do dia 1º de maio.
Clique aqui para saber como sintonizar a programação da TV Brasil.