
Como outras linguagens servem de inspiração para a produção audiovisual nacional? Grandes nomes das artes plásticas registraram suas trajetórias em filmes e documentários baseados em elementos da pintura e fazem parte da história do cinema nacional. Para falar sobre o assunto, a Revista do Cinema Brasileiro deste sábado (13) convidou o artista plástico e cineasta Cao Guimarães, que tem trabalhos expostos nos maiores museus do mundo. Além disso, é responsável por filmes premiados em festivais muito importantes.
Ele e Júlia Lemmertz dissertam sobre esta possibilidade de transitar entre os dois universos e comentam como a tecnologia digital pode ter resgatado a autonomia criativa no audiovisual.
Revista visita a mostra "Cinema e Pintura", no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, onde alguns dos artistas mais brilhantes da arte moderna brasileira se reuniram a cineastas, críticos e pesquisadores. Além da exibição de curtas e longas inspirados nas artes visuais, a mostra também oferece debates abertos ao público. José Carlos Avellar, responsável pela curadoria, conta como foi o processo de seleção dos filmes, inspirados em artistas de escolas de épocas distintas.
O programa exibe uma matéria sobre dois documentários que focam nas obras de grandes artistas do século XXI. 5+5, de Rodrigo Lamounier, fala sobre o trabalho de Carlos Vergara, que lutou para que a obra de arte deixasse os museus e convidasse o público a interagir com ela. Já Cildo, de Gustavo Moura, leva para as telas o processo criativo de Cildo Meirelles, um dos maiores nomes da arte conceitual brasileira. Tanto Vergara, quanto Meirelles, conversam com a equipe do RCB.
E ainda: o programa dá as caras na última edição da Bienal de São Paulo para descobrir como o cinema esteve presente no maior encontro artístico da América Latina. Com 850 obras, de 159 artistas, o evento comemora 29 anos de sucesso com homenagem à relação entre arte, política e realidade.
Livre
Horário: Sábado às 20h30
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