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Revista do Cinema Brasileiro recebe o cineasta Vladimir Carvalho

O diretor relembra sua trajetória e fala sobre seu mais recente longa

Revista do Cinema Brasileiro

No AR em 08/07/2017 - 23:00

O Revista do Cinema Brasileiro entrevista o documentarista Vladimir Carvalho, que, com seus 80 anos, segue produzindo para o cinema e participando de festivais pelo país e no exterior. Na conversa com Natália Lage, Vladimir fala sobre o início de sua carreira, as dificuldades com a censura durante o período militar e suas primeiras investidas como cineasta.

Vladmir Carvalho conversa com Natalia Lage no Revista do Cinema Brasileiro
Vladmir Carvalho conversa com Natalia Lage no Revista do Cinema Brasileiro - reprodução

O diretor revela os bastidores da produção de seu mais recente documentário: "Cícero Dias, o Compadre de Picasso", que participou do Festival É Tudo Verdade 2016 e foi vencedor do Prêmio Câmara Cascudo, do Festival de Brasília, como melhor direção.

O programa também visita o set do filme "Mormaço", primeiro longa solo da diretora Marina Meliande. Ela fala do desejo de um filme de realismo fantástico, gênero ainda pouco trabalhado no cinema brasileiro. Sua produção conta com a participação de Pedro Gracindo, neto de Paulo Gracindo.

A diretora Luciana Bezerra fala sobre o filme "Porto do Rio", um documentário que faz um levantamento histórico sobre a importância sociocultural do porto do Rio para a cidade e o Brasil como um todo.

Destaque também para a diretora Lô Politi e o ator Jesuíta Barbosa. Eles falam sobre o filme "Jonas, um Orfeu às avessas", que comete uma série de erros por conta de um amor impossível, mas que ele não quer "pagar o preço".

Os diretores Andre Semenza e Fernanda Lippi falam do filme "Onde O Mar Descansa", uma experimentação sensorial que mistura artes plásticas, dança, literatura e fotografia. Lippi, que também é atriz do filme e dançarina, discorre sobre a densidade da coreografia proposta para o projeto. Já o diretor Ricardo Pretti e o diretor de fotografia Ivo Lopes abordam cinema e experimentação no filme "O Último Trago", dividido em três histórias marcadas pelas características do cinema das décadas de 1920, de 1970 e atualmente. A produção levou os prêmios de melhor montagem (Campolina), melhor fotografia (Ivo Lopes) e atriz coadjuvante para Samya de Lavor no Festival de Brasília de 2016.

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