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Sustentabilidade e Cinema

Sílvio Tendler e Letícia Sabatella falam desses conceitos e de como

Revista do Cinema Brasileiro

No AR em 23/06/2012 - 23:30

Maria Luisa e a atriz e diretora Letícia SabatellaSustentabilidade e Cinema. Como esses dois conceitos se misturam? Este é o tema do Revista do Cinema Brasileiro desta semana, que conversou com o cineasta Silvio Tendler sobre a sua obra e sobre o seu mais recente documentário, O Veneno está na Mesa. Conhecido como o cineasta dos sonhos interrompidos, sua obra resgata a história brasileira. Tendler também questiona o presente, propondo uma reflexão sobre os conflitos atuais.

No O Veneno está na Mesa, Tendler monta o quebra-cabeça do uso abusivo de agrotóxico na produção agrícola brasileira. Na entrevista, ele conta que o documentário foi produzido com o apoio dos movimentos sociais do campo, principalmente o MST, e diz acreditar que o filme vai ajudar a esclarecer esse processo de luta contra o uso abusivo de agrotóxico.

O filme A Floresta é Nossa, de Paulo Munhoz, também levanta a questão da consciência de si e do mundo. A animação, uma história de aventura com teor engajado, reflete de maneira lúdica sobre o mundo em que vivemos hoje e se utiliza dos mesmos personagens de seu primeiro filme, BRichos, de 2006. Na conversa com a repórter Mariana Rosa, Munhoz conta como entrou no mundo da animação e diz que mensagem quer passar com esse segundo filme.

Quem também dá as caras nesta edição do Revista é o diretor Jorge Bodansky, que trabalhou como câmera em diversas produções e, desde a década de 1970, quando dirigiu o clássico Iracema, Uma Transa Amazônica, viaja pelo país e testemunha a sua transformação.

No filme Pandemonioum, Bodansky analisa as transformações que os humanos promovem no mundo e reflete sobre suas inevitáveis consequências. Na entrevista, ele conta porque quis fazer esse filme e porque não assina a fotografia do longa, já que é conhecido por ser um excelente fotógrafo e cameraman.

Outra grata surpresa deste sábado é a presença de Letícia Sabatella no estúdio. Atriz engajada, ela pode ser vista na novela das oito, entrevistando Frei Betto ou caminhando ao lado de Dona Joelma em Rondon do Pará. Uma das fundadoras da ONG Humanos Direitos, Letícia usa de sua sensibilidade e visibilidade para falar de política, sustentabilidade e direitos humanos. E vai até onde o problema está para entender como pode ajudar. No bate-papo com Maria Luisa Mendonça, ela conta porque se aproximou desses movimentos sociais, opina sobre o Código Florestal e explica porque acredita que a mudança só vem a partir de uma organização civil.

Em outra reportagem, o Revista conversou com Carolina Dias, organizadora e também curadora de uma mostra de filmes sobre sustentabilidade, promovida pela Caixa Cultural. Ela fez um balanço sobre a produção brasileira em relação a este tema e diz porque resolveu juntar em um mesmo evento representantes da Rio + 20 e da Cúpula dos Povos.





Criado em 06/06/2012 - 17:49 e atualizado em 12/06/2012 - 14:28

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