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Divas do cinema francês

Uma conversa inteligente com as atrizes Catherine Deneuve, Fanny

Conexão Roberto D’Avila

No AR em 06/03/2011 - 23:00

Conexão - Irène Jacob

O Conexão Roberto D" Avila exibe domingo (6), às 20h, os melhores momentos das entrevistas feitas com as atrizes francesas Fanny Ardant, Irène Jacob e Catherine Deneuve. Reconhecidas internacionalmente, as três musas do teatro e cinema falam de suas vidas e de suas carreiras durante visita que fizeram ao Rio de Janeiro no ano passado.

Nos anos 60, Catherine Deneuve fez a reputação de símbolo sexual frio e inacessível através de filmes em que interpretava donzelas lindas e frígidas como A Bela da Tarde, famoso filme de Luis Bu uel; e Repulsa ao Sexo, de Roman Polanski. Ela teve uma rica e brilhante carreira nos anos 70 e 80, estrelando em filmes de sucesso internacional, que a transformaram em símbolo da beleza francesa. Tornou-se também musa da alta costura da França, principalmente do estilista Yves Saint Laurent e o rosto dos perfumes Chanel, levando-a a substituir Brigitte Bardot como a efígie de Marianne, a figura feminina oficial da República da França, estampada em selos e moedas do país.

Em 1990, ainda como ícone do cinema, recebeu seu segundo César (o maior prêmio do cinema francês) e uma indicação ao Oscar de melhor atriz pelo filme Indochina, de 1992, que naquele ano, ganharia o Oscar de melhor filme estrangeiro da Academia de Hollywood.

A francesa Fanny Ardant conta na entrevista ao jornalista Roberto D "Avila que o pai a ensinou a ter um espírito livre e a tratar do mesmo jeito o Príncipe da Espanha e a vendedora de cartão-postal. Na sua opinião, a vida criativa, a vida artística se organiza na desordem e dá possibilidade a tudo de crescer, a tudo de brotar. Ela fala de sua carreira no teatro e no cinema. No início dos anos 80, Fanny se casou com François Truffaut, um dos principais nomes da Nouvelle Vague francesa, com quem viveu até a morte do diretor, em 1984.

A parisiense Irène Jacob, uma importante atriz da nova geração, começou sua carreira aos 11 anos. Seu sucesso no cinema veio em 1991, quando o diretor polonês Krzysztof Kie lowski a convidou para o papel principal de A Dupla Vida de Veronique. Do mesmo diretor, atuou depois em A fraternidade é vermelha, recebendo reiterados elogios da crítica. No ano passado, Irène foi protagonista do filme Rio Sexy Comedy, do diretor americano radicado no Brasil, Jonathan Nossiter.

Livre
Horário: domingos, às 20h.




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Criado em 01/03/2011 - 23:09 e atualizado em 01/03/2011 - 23:09

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