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Saturnino e Joanino vão à julgamento

Luís Bernardo defende os dois presos

A cidade acompanha o julgamento

Todos se dirigem ao tribunal, em S. Tomé. Acorrentados, Saturnino e Joanino são trazidos para a audiência. Maltez olha para eles com desprezo. Zé Maria está revoltado com toda a situação.


Luís Bernardo percorre as ruas em direção ao tribunal. Fica chocado ao ver o aspecto lastimável das feridas dos dois trabalhadores. Saturnino e Joanino são acusados de fuga e desaparecimento do local de trabalho.


Juiz Anselmo nomeia Germano para defensor oficioso dos dois acusados. Luís Bernardo, surpreendido com a escolha, se oferece para defendê-los, pois ele é licenciado em Direito. Apesar da hesitação, e perante surpresa de todos, Juiz Anselmo nomeia Luís Bernardo para defender Saturnino e Joanino. Masara reza pelos dois acusados.


O julgamento prossegue. Saturnino e Joanino não respondem às perguntas, o que leva Luís Bernardo e Juiz Anselmo a questionar se ambos entenderão a língua portuguesa. Luís Bernardo pede ao intérprete para traduzir para crioulo as perguntas, mas o intérprete deturpa o que o governador diz. Nenhum dos acusados parece colaborar, o que frustra Luís Bernardo.


Thomas ignora Aristides, que olha saudoso para a cervejaria. Entra e pede para ter de volta o emprego, mas Thomas se mantém frio. Aristides consegue, finalmente, regressar à cervejaria.


Sebastião traz um telegrama urgente para Luís Bernardo.


No tribunal, Luís Bernardo interroga Alípio, que nega que os dois trabalhadores tenham sido chicoteados. Após cada advogado fazer um pequeno discurso acentuando o seu ponto de vista, Juiz Anselmo anuncia que a sentença será lida no dia seguinte.


Sebastião vai buscar Luís Bernardo de charrete. O governador diz que prefere andar um pouco a pé. Enquanto caminha pelas ruas, as pessoas olham-no com desprezo


Albano ouve Margarida e Maria Luísa comentar que Ann vai sentar ao lado de Luís Bernardo no jantar que o governador está organizando. Maldoso, conta a Maria Augusta, que fica desapontada. Maria Augusta encontra Luís Bernardo e o acusa de se apaixonar pela inglesa.


Luís Bernardo lê o telegrama, que anuncia que o Príncipe herdeiro, Luís Filipe, vai visitar S. Tomé. Em Lisboa, Antero comenta com Frederico que Luís Bernardo não tem recebido críticas muito positivas nos jornais. Matilde apresenta o filho, Miguel, a João, que nota a semelhança com Luís Bernardo.


Masara se recusa a servir Maltez e a família, pois está chorosa e nervosa. Francisca sossega Masara, dizendo que fará tudo o que estiver ao seu alcance para ajudá-la e a Saturnino.


Maria Luísa procura Adélia, a pedido de Germano, para saber a decisão de Anselmo. Adélia responde que não sabe de nada e conta a Maria Luísa que procurou o curandeiro e que já só falta reunir, além da madeira de cabelo e uma peça de roupa, um objeto de valor sentimental. Anselmo elogia um anel de família, que Adélia tenta conseguir para si, em vão.


Luís Bernardo pede a Agostinho para se sentar com os ingleses em outra mesa, no jantar.


Maria Augusta desfaz o seu vestido de festa com uma tesoura. Luís Bernardo manda fazer cartazes anunciando a visita do Príncipe herdeiro à ilha.


O jantar de Luís Bernardo é um fiasco. Quase ninguém aparece e ninguém fala com o casal inglês.


No tribunal, Anselmo decide a absolvição dos acusados perante a ira de Maltez.


Os cartazes anunciando a vinda do Príncipe são espalhados pela cidade. Luís Bernardo passa mal.





Criado em 03/11/2011 - 04:00 e atualizado em 03/11/2011 - 04:00

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