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Orquestra Popular Marafreboi: diversidade de ritmos e sotaques

Grupo tem como missão divulgar a cultura popular

Antenize

No AR em 17/08/2019 - 21:30

O Antenize desta semana recebe a Orquestra Popular Marafreboi. Há mais de 15 anos em Brasília, eles têm como foco a divulgação da cultura popular com muito frevo, xote e maracatu, priorizando instrumentos de sopro. Karina Cardoso bate um papo com o maestro Fabiano Medeiros e com o guitarrista Jorge Recife, que contam um pouco da trajetória do grupo até aqui e da diversidade de ritmos e sotaques que compõem a orquestra. 

A orquestra é formada por um grupo de 18 músicos profissionais com origens em diversos estados do Brasil. Surgiu na cena musical de Brasília a partir da pretensão dos seus integrantes em fazer um trabalho de pesquisa, resgate e preservação do acervo da música brasileira com foco na cultura popular, além do trabalho autoral do grupo e da valorização dos compositores do Distrito Federal. Em seu repertório, é possível ouvir gêneros como frevo, coco, xote, baião, ciranda, maracatu, catira, xaxado, choro, samba-pisado, cavalo-marinho, tambor de criola, cacuriá, dentre outros. Todos em uma leitura instrumental de Orquestra de Sopro.

O grupo tem se destacado por onde se apresenta. Teve destaque em Recife no Galo da Madrugada, no Rio de Janeiro no Carnaval das Culturas do Mundo, na Cidade Histórica de Pirenópolis, na Chapada dos Veadeiros e em outros lugares do Brasil. Hoje, a orquestra faz parte deste caldeirão multicultural das diversas ilhas sonoras coexistentes em Brasília e é nesse universo sonoro posto como mosaico que a banda nutre seu repertório artístico musical.

Karina Cardoso recebe o maestro Fabiano Medeiros e o guitarrista Jorge Recife, da Orquestra Popular Marafreboi
Karina Cardoso recebe o maestro Fabiano Medeiros e o guitarrista Jorge Recife, da Orquestra Popular Marafreboi - Divulgação/TV Brasil

Confira nos quadros desta edição: 

Garimpando: O quadro destaca um canal para divulgar novas bandas da cena brasileira, principalmente do nordeste do país: é o projeto “Caldo de Cana”, que tem um blog e um canal no Youtube. A galera pretende promover artistas autorais com a gravação de um conteúdo multimídia a ser divulgado nas principais plataformas de streaming de áudio e vídeo. A meta é projetar artistas e incentivar a cultura com música boa e feita na hora, sem limitação de estilo, gênero e se faz sucesso ou não. Outro destaque é um canal que traz a visão de um jovem indígena sobre a importância da cultura dos povos originários do país:  o “Wariu - Cultura Indígena contemporânea em vídeo”, que conta com quase vinte mil inscritos no Youtube. O jovem xavante com ascendência guarani, Cristian Wariu, encontrou na web uma forma de desmistificar a sua realidade e quebrar estereótipos de como as pessoas pensam que são os indígenas no país. A ideia é falar sobre o cotidiano de suas etnias, sobre música, sobre culinária, artesanato e sempre de uma forma bem clara.

In Loco: Karina Cardoso sai do estúdio para mostrar o trabalho de Juraci Moura, músico de Taguatinga - DF. O artista fabrica instrumentos de percussão com diversos tipos de papel e cola. Os ritmos tirados desses instrumentos “recicláveis” são o mote da banda Som de Papel.

Olá Brasil: Conheça o trabalho da cantora e compositora baiana, que vive atualmente em Recife, Mayara Pera. Ela está prestes a lançar seu primeiro álbum solo ainda em 2019, mas já conta com videoclipes lançados no YouTube. 

Respiro Cultural: Vamos conhecer a banda Surdodum, que surgiu em 1994 com o objetivo de proporcionar a pessoas com deficiência auditiva, de todos os graus e tipos, a participação em uma banda de percussão. Ou seja, oferecer a integração musical por meio de um processo inclusivo social, pedagógico e cultural. A banda tem 11 participantes, sendo cinco músicos surdos, um cadeirante ouvinte e cinco ouvintes voluntários.

Streamando: Videoclipe “Onde é que eu vou parar”, do paraense Felipe Cordeiro com participação especial de Dona Onete.

Criado em 07/08/2019 - 10:45

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