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Conheça a cena cultural dinamarquesa

Maurício Pacheco continua explorando a cultura da Dinamarca

Segue o Som

No AR em 17/02/2018 - 14:00

Este episódio de “Segue o Som” parte do Festival de Roskilde, onde Maurício Pacheco conversa com a banda dinamarquesa de dancehall Bikstok e confere uma apresentação ao vivo da maior banda de hip hop do país, o Suspekt.

Da cidade de Roskilde, Maurício parte para a Copenhagem. Na capital dinamarquesa, ele visita a sede do ArtLab, organização que há mais de 17 anos oferece diversos cursos para que todos os tipos de artistas possam entender melhor a indústria criativa, aprimorar sua visão de negócios, achar seu público e garantir seu lugar no mercado. Um papo com Gerda Hempel e Peter Paulson, diretores do Artlab, revela que muito da efervescência musical que a Dinamarca vivencia hoje é fruto de uma complexa rede de cooperação entre diversos atores públicos e players do mercado, que juntos se esforçam para financiar projetos e eventos, dar suporte a novos artistas e gerar inovação musical. “Aqui a gente tenta entender quais são os desafios que os músicos enfrentam, não só em termos criativos, mas também técnicos, com programas de computador, ou mesmo modelos de negócios. Tentamos passar como criar estratégias do tipo “faça você mesmo”, pra que o artista consiga desenvolver sua própria plataforma de negócios”, diz Gerda.

Maurício Pacheco conversa com Gerda Hempel e Peter Paulson, diretores do Artlab
Maurício Pacheco conversa com Gerda Hempel e Peter Paulson, diretores do Artlab - Divulgação

Do ArtLab, Maurício vai ao encontro de Lars Winther, membro do Jazz Denmark, um instituto que tem por missão aumentar a visibilidade dos artistas de jazz dinamarqueses. Com financiamento do Conselho Nacional de Artes junto a outros vários sindicatos artísticos, esse instituto faz a promoção desse estilo musical por meio de festivais, cursos, competições, premiações e até através de um aplicativo de smartphone. Segundo Lars, “É claro que há muito mais músicos do que nós podemos apoiar, o fundo que temos não é suficiente para dar suporte a todos, mas gostamos de pensar que pelo menos podemos fazer a diferença na carreira de muitos artistas. Às vezes o financiamento dura um pequeno período de tempo, mas nós mantemos a troca, o contato, nos mantemos inteirados das novidades no trabalho dos músicos para trocarmos ideias, darmos orientações, tentamos ser um centro de recursos, muito mais que um simples financiamento.”

Jonas Kenton fala sobre o Festival Strom
Jonas Kenton fala sobre o Festival Strom - Divulgação

Por fim, Maurício nos mostra um panorama da música eletrônica dinamarquesa, conhecendo como funciona o Festival Strom, maior festival escandinavo dedicado ao gênero e conversando com Jonas Kenton, da banda When Saints Go machine e da dupla Kenton Slash Demon.

Criado em 13/02/2018 - 16:15

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