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As origens do futebol no Brasil

BR14 acompanha a viagem do inglês Andy Martin à Paranapiacaba (S) –

BR14 A Rota dos Imigrantes

No AR em 08/07/2014 - 22:30

Andy Martin (esq.) e Charles Miller Jr. visitam a Vila de Paranapiacaba, em Santo André (SP).Inglaterra
Andy Martin tem 31 anos e é assistente social. Nasceu em Londres e se mudou para São Paulo há dois anos com a mulher brasileira. Desde que chegou, dá aulas de inglês, mas sonha voltar a trabalhar dentro da sua área. Com isso, espera poder contribuir com o desenvolvimento do país e prestar assistência aos mais carentes. “Eu queria trabalhar como assistente social, mas não está fácil”.

Andy é fanático por futebol e mantém um blog sobre o assunto. Torcedor do Juventus, um pequeno time de São Paulo de origem italiana, gosta de estar no país da Copa. Sua jornada será em busca das raízes inglesas no Brasil, mas também em busca do que ele poderia fazer para dar a sua contribuição social para este país que o acolheu.

Seu primeiro encontro será com o neto do homem que trouxe o futebol para o Brasil. Junto de Charles Miller Junior, Andy viaja de trem pelos caminhos de ferro construídos por ingleses até a cidade colonial de Paranapiacaba. O local ainda possui construções típicas da época em que os ingleses moraram ali. Também aproveitam para visitar o primeiro campo de futebol com as medidas oficiais do Brasil.

Tea Umicevic Bósnia Herzegovina – Bomba de estrelas
Tea Umicevic tem 33 anos e nasceu na segunda maior cidade da Bósnia:  Banja Luka. Vivia bem com sua família até o começo da guerra, quando resolveram fugir para.

Há seis anos, Tea veio para o Brasil com o ex-marido brasileiro, que conheceu em Londres. Moravam em São Paulo, mas Tea decidiu mudar de vida quando seu casamento terminou. Resolveu ficar no Brasil mesmo assim e adotou o Rio de Janeiro como novo lar. Com a Copa do Mundo, imagina que conseguirá mais trabalho e novas oportunidades.

Hoje, trabalha dando aulas de inglês e alemão. “Sinto falta de falar a minha língua e ter alguns elementos da minha cultura no meu dia-a-dia”, reflete. Como são muito poucos os bósnios no Brasil, Tea empreenderá uma jornada em busca de pessoas com quem possa falar sua língua e dividir sua saudade.

 




Direção: Miguel Varca e Rafael Calil
Produção: Miguel Varca e Duo2 Multimídia

 

Criado em 13/06/2014 - 17:00 e atualizado em 13/06/2014 - 17:27

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